Prevalência e fatores associados à mamografia: diferenças intraurbanas em Belo Horizonte

Apresentações
Publicado em 2022
Projetos: BH-Viva
Palavras chave: mamografia; vilas; favelas

Trabalhos apresentados no 11º Congresso Brasileiro de Epidemiologia pelos pesquisadores do Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte da Universidade Federal de Minas Gerais.

Os objetivos deste trabalho foram estimar a prevalência de realização de mamografia nos últimos dois anos entre mulheres de 50-69 anos residentes em duas vilas de Belo Horizonte e seus respectivos entornos, e investigar em cada área geográfica as características sociodemográficas e da utilização dos serviços de saúde associadas à realização deste exame. Os dados são provenientes do inquérito domiciliar denominado Projeto BH-VIVA, realizado em 2017/2018, em Belo Horizonte. O processo amostral foi realizado por conglomerados em três estágios: setores censitários, domicílios e morador adulto (n=1194). A amostra deste estudo foi composta por 241 mulheres de 50-69 anos (vilas, n=169; entornos, n=72). O rastreamento mamográfico superior a 70%, conforme preconizado pela Organização Mundial de Saúde, foi observado somente entre mulheres residentes nos entornos. A realização de consulta médica e de exame de Papanicolau mostraram-se associados à realização de mamografia em menos de dois anos entre residentes nas vilas e em seus entornos.

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